Preceitos Conjugais

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Plutarco dedica este tratado de conteúdo filosófico-pedagógico a Poliano e Eurídice, seus discípulos e filhos de amigos ilustres, que se casaram. Este breve regalo, pautado nos ensinamentos da Escola Grega, apresenta uma curta introdução, seguida de quarenta e oito anedotas – que atuam como modelos comportamentais – e uma pequena conclusão, por meio dos quais procura mostrar a utilidade da filosofia e da religião na vida cotidiana. O objetivo central deste presente ofertado ao casal é ensinar aos jovens, de acordo com os preceitos filosóficos e religiosos da época, como manter a harmonia no casamento, que Plutarco compara à música, pois esta também deve ter suas notas harmonizadas para que seja ouvida de modo agradável e transmita tal sensação a quem a ouve. Do mesmo modo, o casal deve exibir harmonia, um atuando em sintonia com o outro, e, como uma música, ser capaz de despertar a atenção de quem o veja.

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Sinopse: Plutarco dedica este tratado de conteúdo filosófico-pedagógico a Poliano e Eurídice, seus discípulos e filhos de amigos ilustres, que se casaram. Este breve regalo, pautado nos ensinamentos da Escola Grega, apresenta uma curta introdução, seguida de quarenta e oito anedotas – que atuam como modelos comportamentais – e uma pequena conclusão, por meio dos quais procura mostrar a utilidade da filosofia e da religião na vida cotidiana. O objetivo central deste presente ofertado ao casal é ensinar aos jovens, de acordo com os preceitos filosóficos e religiosos da época, como manter a harmonia no casamento, que Plutarco compara à música, pois esta também deve ter suas notas harmonizadas para que seja ouvida de modo agradável e transmita tal sensação a quem a ouve. Do mesmo modo, o casal deve exibir harmonia, um atuando em sintonia com o outro, e, como uma música, ser capaz de despertar a atenção de quem o veja.

“[…] a harmonia musical do casamento e do lar, que é conveniente prover por meio do diálogo, da harmonia e da filosofia.”

Sobre o autor: Membro da nobreza, Plutarco (40-120 d.C.) nasceu em Queroneia, na região da Beócia. Aos 20 anos, seguiu para Atenas, com o intuito de aprender os fundamentos da retórica, da física, da matemática, da medicina, das ciências naturais, da filosofia e das literaturas grega e latina. Na cidade ática, conheceu Amônio de Lamptra, cujo saber apurado a respeito da filosofia platônica influenciou em muito o pensamento de Plutarco. Para o enriquecimento de seus conhecimentos, Plutarco viajou pela Grécia, Sicília, Ásia Menor e Alexandria. Em 68 d.C., após o término de seus estudos, retornou à sua terra natal, onde constituiu família, escreveu sua obra biográfica, assumiu cargos políticos e, por diversas vezes, visitou Roma. Em meio a tantas atividades, dedicou-se, por cerca de vinte anos, ao sacerdócio em Delfos. A notoriedade de suas conferências propiciou-lhe a aproximação com os romanos politicamente mais influentes, como Mestrio Floro. Este fora o responsável pela concessão da cidadania romana a Plutarco, que, em homenagem a seu amigo, adotou o nome de Mestrio Plutarco. No governo de Trajano, foi procurador da Acaia, embaixador e procônsul, tendo recebido ainda as honras do Imperador pela composição de Obras Morais e de Costumes.

Peso 200 g
Dimensões 21 × 14 × 1 cm

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